quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Do Amor

Amiguinhos,

Esta deve ser a primeira vez que escrevo sobre o Amor. De forma isolada é de certeza. Ora vamos a isso! :)

O Amor é bom! O Amor só por si é lindo. Não há coisas más no sentimento em si. E é simples. Quem não percebe a simplicidade de um sentimento destes, precisa de meditar muito. :) Digo eu.

O que complica a coisa (e até pode trazer dissabores) é a gestão que fazemos do Amor. É toda a envolvência social e física. São as expectativas que se criam. É no, fundo, a nossa cabeça. Não há como evitar as complicações que um sentimento tão forte nos traz. Começa a haver ansiedade, ciuminho (ou ciumão), sentimentos de posse e aparecem inseguranças que rebentam com tudo. E é Humano que assim seja. 

Estamos programados para complicar e para sofrer. E tenho para mim que somos demasiado preguiçosos (ou incapazes) para descomplicar. Mas reparem na essência. Se for preciso voltem à essência do sentimento. Sejam as borboletas no estômago, a vontade de estar com, o gosto por tudo o que se faz, a paixão (duradoura) que se põe em cada minuto das coisas que fazemos. Ah! E não estou a falar só do Amor entre pessoas. Falo também do que sentimos pela nossa profissão, pelas coisas que gostamos. Pela Vida.

Escolhi uma profissão que me permite, entre outras coisas, falar de Amor. Transmitir e interpretar esse sentimento bom. E faço questão de colocar Amor em tudo o que faço na vida. Mesmo na resolução dos problemas. Mesmo nas coisas más que aparecem. Sou lamechas? Se calhar. Mas também sou positivo. E alegre. E a essência é essa mesmo: colorir tudo o mais possível.

Aprendi a viver com as consequências boas (e más... e complicadas) que a vivência de qualquer sentimento bonito nos traz. Com os baldes de água fria. Com as desilusões e com as brigas. Porque o saldo é claramente positivo. E se o saldo correr o risco de se tornar mais negativo: então que se ame. Que se ame mais! E se for para sofrer, que seja. Mas é por uma boa causa. Acreditem que tornar-se insensível e frio é bem pior. E fugir então, é a morte do artista. 

Não consigo conceber a Vida sem Amor. E não me venham com tretas do género "mas tens de ver que há vários tipos de Amor". Não há! Só há um tipo: o bom.

O Amor tem de ser mais forte do que nós. E é isso que diz a Música que hoje vos deixo. O Ricky Vallen (que, até esta música, me era desconhecido) cantou o Amor da forma mais simples que existe. E aplica-se a tanta coisa...

Porque o Amor, amiguinhos, é como esta música: simples e bonito. :)

Beijos & Abraços.

MP



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